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quarta-feira, 9 de abril de 2014

ExpoVinis 2014 - Credenciamento Antecipado - Faça o Seu

 ExpoVinis 2014 


Credenciamento Antecipado e concorra a uma adega Climatizada.

A 18ª edição do ExpoVinis Brasil chega ainda mais encorpada em 2014.

Com o status de maior e mais importante feira do setor vitivinícola na América Latina, traz anualmente os principais produtores, de diferentes continentes, apresentando novas safras, rótulos e os mais esperados lançamentos do mercado.
Visite e deguste os melhores negócios no mundo do vinho.


Não perca essa oportunidade de conhecer uma das melhores feiras do setor... de 22 a 24 de abril, pavilhão azul do Expocenter Norte. São Paulo/SP

Faça seu Credenciamento antecipado até o dia 11.04.2014.

acesse o Link para fazer o credenciamento e concorra a uma adega.



;)


Lucas Bolívar
Sócio Proprietário - Armazém Deus do Vinho

ADV - Armazém Deus do Vinho 

www.deusdovinho.com


Tel: 11-2017-5317

E-mail: vinhos@deusdovinho.com

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terça-feira, 8 de abril de 2014

Sobre os Vinhos da Região da Calábria - Itália



A Região da CALÁBRIA

 

A Calábria é a região mais ao sul do continente italiano, a `ponta da bota´, ao lado da ilha da Sicília. A região é caracterizada por suas encostas e penhascos, possuindo apenas 9% de território plano.

Do ponto de vista geográfico apresenta uma individualidade muito precisa, devido a sua posição periférica e quase de isolamento com respeito ao resto da Itália, a sua forma característica, e a sua estrutura Morfológica.


A região é uma longa e estreita península que se estende desde o norte para o sul ao longo de 248 km, com uma largura máxima de 110 km. Cerca de 42% da superfície da Calábria, o que equivale a 15.081 km² é montanhosa, 49% são colinas, enquanto as planícies ocupam só 9% do território da região. Está separada da Sicília pelo Estreito de Messina, onde o ponto mais estreito - entre o Cabo Peloro na Sicília e ponta Pezzo na Calábria tem só 3,2 km.

Apesar de não possuir atrações históricas como o restante da Itália, a Calábria desenvolve seu turismo com base em suas construções antigas - castelos, igrejas e pontes - e em suas paisagens e praias de deslumbrante beleza.

A bela cidade de Catanzaro, capital da região da Calábria no sul da Itália, tem ares de vila italiana e possui um patrimônio arquitetônico invejável com uma grandiosa coleção de museus.
No extremo sul da Itália, entre a Campania, Basilicata e Puglia, separada da Sicília pelo estreito de Messina, a Calábria tem muitas semelhanças com seus vizinhos. Todos fizeram parte da Magna Grécia e conservam monumentos e algumas tradições herdadas de seus antigos colonizadores.

A gastronomia da região é marcada pelo uso do peperoncino (pimenta vermelha) em quase todos os pratos e na tradicional sardella, patê feito com sardinhas salgadas e secas e ervas aromáticas, servido como antepasto (para passar no pão) ou para condimentar os tipícios maccarruni,  similar aos “fusilli”.
Outro molho muito usado na Calábria é o preparando com a sua conhecida salsiccia (lingüiça calabresa), que também tem o seu gosto marcado pelo peperoncino.

O reino da pimenta

A gastronomia da região é marcada pelo uso do peperoncino (pimenta vermelha) em quase todos os pratos e na tradicional sardella, patê feito com sardinhas salgadas e secas e ervas aromáticas, servido como antepasto (para passar no pão) ou para condimentar os tipícios maccarruni,  similar aos “fusilli”.
Outro molho muito usado na Calábria é o preparando com a sua conhecida salsiccia (lingüiça calabresa), que também tem o seu gosto marcado pelo peperoncino.
Ela está em todas as casas da Calábria, nas floreiras das sacadas, penduradas para secar presas nas paredes e, naturalmente, nas cozinhas, onde é usada no preparo de uma série de pratos. O “peperoncino” (pimenta vermelha) é um verdadeiro símbolo da região, cultivado e adorado pelos calabreses, que o consomem diariamente e se orgulham ao compará-lo com a força e personalidade da raça. Para se ter uma idéia de sua importância, um dos maiores eventos locais foi chamado de “Peperoncino Festival” e é ralizado Anualmente no mês de julho, com uma série de apresentações itinerantes de arte, música e gastronomia.


Sorte

É também considerado um talismã da sorte (são comuns os chaveiros com uma réplica da pimenta em forma de chifre) e é reconhecido por suas qualidades terapêuticas, graças à grande concentração de vitamina C.

E OS VINHOS?

A Calábria é o berço do vinho no ocidente. Localizada entre o mar Jônico e o Tirreno, extremo sul do país. A uva para lá foi levada pelos gregos. Simples olhar vê-se as ruínas da cultura helênica espalhada por toda a Calábria. Muitos sítios foram lugares de adoração e de descanso, tanto para os gregos como mais recente para os romanos.


A Itália está unificada tem apenas 150 anos. Sabe-se que o sul da Itália sempre foi mais pobre e menos desenvolvido que o norte. Em face das dificuldades muitos Calabreses optaram foi sair do país. São muitos os exemplos desta imigração no Brasil e países do cone sul. Em São Paulo seus descendentes estão espalhados pela capital e interior do Estado. Na Argentina, muitos fundadores das vinícolas de Mendonza eram Calabreses, assim como no Uruguai e nos EUA.

Em termos de vinho, historicamente, o sul da Itália sempre forneceu vinho de baixa qualidade e grandes quantidades para os produtores do norte do País. Na Calábria não foi diferente.


Felizmente os ventos da mudança chegaram lá também. Há novos e visionários produtores que vem trabalhando as castas locais, erradicando vinhedos antigos ou plantando novos, já com tecnologia de ponta. Desta maneira já há, no mercado, ótimos vinhos calabreses com castas locais.

Características

Os vinhos da Calabria são em sua maioria tintos, na maioria produzidos com a variedade Gaglioppo, existindo 12 DOCs e 12 IGTs.

Em termos de vinhos de qualidade destaca-se o vinho de Cirò, um dos mais antigos sítio de vinho no ocidente. Destaque para o Cirò Rosso  (tinto encorpado elaborado com 95 % de uvas do tipo gaglioppo) e o Bivongi, que  leva o nome de um pequena cidade próxima da capital mas e é um tinto leve e frutado produzido com gaglioppo, greco nero, nero d´avola e castiglione.


A antiquíssima cidade de Cirò localizada as margens do mar Jônico, sempre foi considerada um local de descanso e vinhos, desde os helênicos até os soldados romanos, muitos como prêmio recebiam temporadas por lá, diria eu, um SPA do vinho. Dizem que o Cirò era o vinho que os atletas gregos comemoravam suas vitória nas antigas olimpíadas.

A designação de Cirò classico só vai aparecer em vinhos tintos. Procurem os vinhos Cirò que tenham a indicação de sua região de origem - DOC.


Tipos:

Cirò Tinto. Vinho encorpado, rico, abundante, e persistente, acompanha um grelhado com risoto, um assado de caça, dentre outros pratos de sabor marcante.

Cirò Branco. Dourado, seco, frutado e bem maturado, ideal pra harmonizar com ratatouille, bolinhos de bacalhau e queijos cremosos.

Cirò Rosé. Límpido brilhante, boa acidez e final agradável, ideal para acompanhar massas com molho de tomate e pratos com receitas agridoces.

Hoje, no local é produzido um vinho tinto que vem ganhando fama internacional. Feito com a uva local a Gaglioppo. Com modernos conceitos de vinificação, como controle de temperatura, vinhedos novos e plantados em locais específicos, tem-se, ainda um vinho rústico, mas mais frutado e menos alcoólico.

Já nos brancos o destaque fica para a uva local Greco. Produz-se, tanto vinhos leves e frescos como vinhos de sobremesa seguramente utilizando-se a técnica de colheita tardia.

MEDICINAL?

Desde a antiguidade até os dias de hoje, o vinho Cirò é famoso pelas suas virtudes terapêuticas e muitos médicos o indicavam para quem quisesse recuperar suas energias após um longo período doente, afirmando que se tratava de um tônico revigorante e rejuvenescedor de fazer inveja até a nossa famosa Jurubeba.

A vinicultura da Calábria
 
Quando os primeiros gregos desembarcaram na costa da Calábria ficaram tão impressionados com a fertilidade da terra, rica de vinhedos, que a chamaram de Enotria, a terra do vinho. E o antigo nome da Calábria acabou se estendendo para praticamente toda península italiana. O vinho ali produzido era tão valorizado pelos antigos gregos que segundo as tabelas de Heraclea, antiga cidade da Lucania, um lote de vinhedo valia seis vezes mais do que um lote de cereais.
 
A produção de vinho era tão importante na região que para facilitar o seu transporte e o carregamento das embarcações no porto, foi construída uma tubulação feita de terracotta, verdadeiros “enodutos” que transportavam o vinho desde o alto das colinas na zona de Sibari diretamente ao ponto de embarque.
 
Muitas vezes a decadência de um povo leva também ao declínio os seus hábitos e os seus costumes. Com a decadência da Magna Grécia, o vinho e a viticultura calabresa tiveram um grande declínio, perdendo grande parte da importância que já haviam alcançado. Mas a maior crise ainda estava por vir: foi provavelmente durante o século XIX com a chegada da filoxera, a praga que dizimou milhares de vinhedos e quase acabou com o cultivo da uva na Europa.
Hoje mais que recuperada disso tudo, a Calábria produz excelentes vinhos e tem 12 Denominazione di Origine Controllata (DOC), mas apenas 4% dos vinhos produzidos são classificados neste nível. A mais conhecida internacionalmente é a DOC Cirò. Isso lhe deu o codinome : O Barolo do Sul.
Grande parte do vinho calabrês é classificado como IGT, com alguns produtores criando vinhos de perfil mais moderno e de agrado internacional. Existem 12 denominações IGT diferentes.
 

As Uvas

Região de relevo acidentado, onde as dificuldades naturais retardaram o aparecimento de vinhos de qualidade. Apresenta porém rendimentos médios bastante baixos.

A uva mais conhecida é Gaglioppo e a Magliocco é uma outra variedade tinta típica, quase em extinção, que uns poucos produtores conseguiram reviver através de vinhos de alta qualidade. mais de 90% da produção de vinho da região é o vinho tinto grande parte feita a partir da uva Gaglioppo
O solo da região é predominantemente calcária de marga com alguma argila e areia.

“Bebamos! Por que esperar pelas lucernas? É breve o tempo. Ó filho amado, pegue as grandes taças coloridas porque Dionísio deu aos homens o vinho para que esqueçam suas dores. Sirva duas partes de água e uma de vinho. Encha a taça até a sua borda, imediatamente uma após a outra.”






Por: Lucas Bolívar
Sócio Proprietário - Armazém Deus do Vinho

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segunda-feira, 7 de abril de 2014

07 de Abril - Dia do Jornalista - Parabéns!!

Parabéns ao Profissional de Jornalismo que nos traz a informação sempre. Sem eles tudo seria muito mais difícil, lento e sem procedência.

CHEERS!!



Por: Lucas Bolívar
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

ADEGAS CLIMATIZADAS Por quê ter uma?

Vale ou não vale?

Existem muitas opções de adegas climatizadas no mercado para se adquirir.

Primeiro ponto e o mais básico e simples: Adega Climatizada NÃO É geladeira. E há uma confusão grande sobre isso para o leigo ou mesmo para pessoas que desconhecem o termo CLIMATIZADO. Então saiba que vc não está comprando uma geladeira.

Ela tem a função principal de manter os vinhos na temperatura ideal de consumo. Além de manter protegidas da LUZ e das oscilações de temperatura do ambiente. E guardam as garrafas em posição horizontal.


Vamos então para o segundo ponto, que é o tamanho da adega... temos aí adegas para 6, 12, 18, 24,  42 e assim vai... se tem compressor ou não.

Deve-se levar em consideração o tamanho do lugar que tem disponível para um aparelho desses. Se você mora em um apartamento pequeno e quer ter uma adega de 42 garrafas, por exemplo, vai faltar espaço. E com certeza vai ser colocado em algum lugar que não vai ficar muito bom. Por isso pense e, se for possível, consulte um profissional de decoração.


Outro ponto importante é o consumo de vinhos que se tem. Se é do tipo que bebe poucos vinhos, só em datas específicas, é bom ter uma adega para conservar por mais tempo seus vinhos. Mas não precisa ser nada exagerado.

Há quem goste de ter um vinho sempre pronto para consumo. Então ter uma adega de dois andares pode ser bacana. Até porque o primeiro aspecto a saber, é que a temperatura de guarda e de consumo no caso dos brancos e espumantes não é a mesma. Para a evolução, tanto dos brancos quanto dos tintos, mantém-se entre 13º C e 18º C. Mas os frisantes e espumantes pedem uma temperatura bem mais baixa, entre 05º C e 09º C. 


Se sua adega não possui compartimentos separados, você vai precisar resfriar os brancos e espumantes na hora do consumo. E aí entra o esquema do Balde com gelos...Nada contra.
E isso pode funcionar muito bem. Além de dar um charme ao seu ambiente. Romantismo ahahahaha.

Outra situação importante envolve os colecionadores de vinhos. Se você estiver iniciando um processo de compra de vinhos para colecionar, é de bom tom começar com uma adega com capacidade acima de 20 garrafas, mas se possível e tiver espaço, pense com carinho em uma com espaço para 32, pelo menos.

Olha o detalhe: 2 garrafas por mês para guardar, sendo que ao final do ano, você conseguiu fazer àquela viagem que estava planejando para a Argentina e lá descobriu que os vinhos são quase de graça e voltou com umas 15 garrafas para casa. Bom, 2 X 12 = 24 + 15 = 39!! Se você comprou uma adega de 20, terá que guardar 19 na geladeira ou em algum cantinho da sala.

Nada impede de ter um bar para isso ou mesmo um nicho que até dá um toque bem bacana no lugar, pelo menos eu acho, e já vi alguns bem interessantes, mas bate no espaço. Pense bem!

Passamos também pelo consumo de energia elétrica, que muitos esquecem mas é um motor ali que liga e desliga de tempos em tempos e que consome. Pode ter algum impacto na sua conta se você for daqueles que deixa a adega aberta não preservando o ambiente.

O Local de instalação é importe por conta da ventilação. Já vi pessoas colocarem dentro do armário da cozinha, Ao lado da pia... e digamos... se não for bem elaborado vai ficar estranho.

De qualquer forma, esse produto tem virado parte importante das novas linhas de produtos para ter em casa, até pelo aumento considerável de apartamento com espaço gourmet ou mesmo nas reformas de casas que tem espaço para receber os amigos e convidados. Além dos Colecionadores.

Por isso na hora de adquirir uma adega climatizada, leve em consideração o local disponível, o consumo de vinhos e até mesmo que tipo de decoração que quer fazer.


Por: Lucas Bolívar
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