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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O valor do vinho

Por que há vinhos baratos e outros que custam fortunas? 

Quais o fatores que influenciam os preços?

Por: Dirceu Vianna Jr 

Ainda que o Château Lafite ainda mantenha o recorde do maior preço pago por uma garrafa de vinho - US$ 156.450,00 por uma garrafa de 1787 dita como pertencente a Thomas Jefferson -, a vasta maioria dos enófilos fica contente em degustar vinhos que custam uma pequena fração desse preço. A disparidade de valores entre um vinho comum e um de alta gama produzido por vinícolas famosas é um dos aspectos do comércio de vinhos que mais fascina os consumidores.
Dois produtores, separados por apenas alguns quilômetros de distância, cultivam as uvas, colhem-nas, pisam-nas, deixam-nas fermentar, pressionam-nas, e, dependendo do estilo do vinho, podem deixá-los envelhecer em barricas de carvalho. Um ano depois, quando ele estão nas prateleiras de uma loja, um pode valer R$ 20 enquanto outro pode custar 100 vezes mais.
Há muitas razões para isso. Questões importantes incluem o terroir, reputação, escassez, classificação, influência dos críticos de vinho, poder da imagem ou marca, endosso por terceiros, custo da matéria-prima, influência das taxas de câmbio, transporte, tributação, margem de lucro e custo dos ativos tanto quanto o custo da atenção aos detalhes necessários para fazer uma bela garrafa de vinho.


Os fatores que influenciam no Preço dos vinhos vão desde os custos de ativos 
e matéria-prima até as avaliações da crítica especializada





Terroir

A primeira peça do quebra-cabeça para tentar entender essa disparidade de preços é o terroir: a influência do lugar em que as uvas são plantadas. Apesar de terroir ser uma palavra francesa, seu conceito se estende por todo o mundo do vinho. Em nível mais básico, é imediatamente evidente que algumas variedades de uvas cultivadas em locais diferentes produzirão vinhos diferentes, mesmo que as uvas sejam tratadas da mesma maneira pela vinícola. Estas diferenças devem-se à variação dos fatores físicos, tais como microclimas e propriedades do solo. Enquanto quase todos reconhecem a existência do "terroir", foram os franceses que adoraram esse conceito com mais entusiasmo. Certamente, vinhos de vinhedos de grande reputação - que têm fama de fazer grandes vinhos onde as variedades das uvas e o meio ambiente são perfeitos - atingem preços muito altos, que algumas vezes não correspondem à qualidade do vinho.


Reputação 
A reputação tem grande influência no mundo do vinho. Nossos sentidos de paladar e olfato são facilmente enganados, ao que parece. Tratamos com muita expectativa garrafas que são supostamente grandiosas. Para os humanos, a informação visual é mais importante do que a informação sensorial, então tendemos a acreditar mais na visão. O falecido professor Peynaud, chefe do departamento de vinhos da Universidade de Bordeaux, argumenta que "degustações às cegas de grandes vinhos são sempre decepcionantes". Isso não quer dizer, contudo, que grandes vinhos nunca merecem suas reputações. Muito dos grandes merecem, ao menos em parte, a reverência que lhes é atribuída. Os vinhos top têm uma reputação que vai além do que há dentro da garrafa. Um bom exemplo seria o Sassicaia, criado em meados do século XX por Mario Incisa della Rocchetta, um marquês do norte do Piemonte. Esse vinho extraordinário foi criado abandonando as variedades tradicionais toscanas em favor de um corte bordalês. O vinho rapidamente ganhou reputação por sua qualidade e, consequentemente, os preços aumentaram. Nesses casos, o consumidor está pagando mais do que simplesmente uma excepcional garrafa de vinho.


Escassez Escassez

Também é uma importante peça do quebra-cabeça. "Grandes" vinhos são sempre feitos em pequenas quantidades, mas há muitos enófilos ricos para quem somente servem os melhores produtos e o resultado é um grande número de pessoas perseguindo relativamente poucos vinhos. Para esses vinhos ditos como sendo os melhores, há uma grande demanda e relativamente pouca oferta, resultando num aumento de preços. Consumidores abastados não costumam procurar por bons custo-benefício; eles geralmente querem os melhores e estão preparados para pagar por isso. Algumas vezes, a escassez está ligada a fatos históricos, classificação ou uma combinação de ambos. O Château La Tour de Segur, atualmente Château Latour, cultivou sua reputação por séculos. Um de seus grandes admiradores foi Thomas Jefferson, o presidente norte-americano de 1801 a 1809, que considerava o château um de seus favoritos.

Peso da crítica

Se Thomas Jefferson, visto como um dos mais importantes críticos de seu tempo, teve efeito no preço dos vinhos, os críticos contemporâneos podem causar ainda mais impacto. O exemplo óbvio é Robert Parker, que tem a capacidade de fazer o preço do vinho subir. Por exemplo, veja o que sua resenha fez com o preço do Penfolds Grange 2004 nos últimos meses.

Apesar do poder da crítica, certas marcas conseguiram criar uma imagem que lhes possibilita ostentar preços mais elevados do que seus concorrentes diretos. O Cloudy Bay vale o quando é cobrado ou é uma questão de força da marca que foi criada ao longo dos anos? A mesma questão pode ser colocada sobre algumas famosas casas de Champagne. Além da imagem e da marca, há exemplos em que o endosso de terceiros e a participação de um consultor têm impacto no preço da garrafa. Helen Turley, Paul Hobbs e Michel Rolland são bons exemplos.


Matéria-prima

No outro extremo da indústria, vinhos do dia-a-dia (entry level), destinados ao consumo imediato, podem variar de preço devido ao custo de matéria-prima - como, aliás, todos os vinhos podem. No entanto, quando as margens são pequenas, poucos detalhes - como tipo e cor do vidro, tipo de fecho, estilo e cor do rótulo, assim como caixas em que o vinho é embalado - têm impacto. Nos mercados competitivos como Holanda ou Alemanha, estes fatores podem ser decisivos na obtenção de um negócio ou não.

Taxas de câmbio

Outro fator decisivo no preço do vinho é a taxa de câmbio. O valor da libra caiu de cerca de 1,5 para quase 1 euro atualmente. Esta é uma das principais razões pela qual as vendas de vinhos francês no Reino Unido sofreram tremendamente em 2009.


Transporte

Transporte também faz parte do custo. Em termos de vinhos finos, o custo do transporte é pequeno em comparação com o valor do produto, e não é uma questão importante. Entretanto, na parte de baixo desta pirâmide, o custo do transporte pode causar um impacto grande, a ponto de tornar o vinho mais ou menos competitivo dependendo de quanto ele viajar. Por exemplo, transportar vinho de Portugal para a Inglaterra pode ser duas vezes mais caro se comparado com os vindos do Vale do Loire, na França.


Tributação, lucro e qualidade

Uma vez que o vinho chega no país de destino, há a questão dos impostos. A tributação pode ser pouca ou inexistir, como no caso de Hong Kong, mas também pode ser extremamente alta em outras partes do mundo, como na Tailândia, onde os impostos podem chegar a 380%. Por exemplo, para uma garrafa cara, o custo do transporte, seguro e impostos causa pouco efeito no preço final. No entanto, para um vinho entry level, esse custo costuma ser mais do que a metade do total de seu preço.
Além da tributação, há as margens de lucro a considerar e elas tendem a variar ao redor do globo. Em mercados maduros, as empresas se consideram sortudas se fizerem 25%, mas, em mercados em desenvolvimento, como o Brasil, não são incomuns margens que alcancem três dígitos.


Na verdade, custa mais para fazer um bom vinho, ou seja, todo o cuidado necessário com o vinhedo, a perda econômica de diminuir o rendimento das vinhas ou plantar variedades de baixo rendimento, ou clones, na busca da qualidade, e o custo de boas novas barricas de carvalho contribui para aumentar os preços. Um produtor que se empenha pela qualidade ao fazer colheita verde, perdendo, por exemplo, 20% da sua produção, tem que compensar sua perda cobrando mais pelo produto final. O mesmo é válido para um produtor de Tokaj, Sauternes ou Trockenbeerenauslese alemão que têm que cobrar mais por um vinho afetado pela Botrytis cinerea, o que tende a resultar em uma perda de rendimento da ordem de 50% ou mais.

Custo dos ativos

Falando sobre diferentes regiões do mundo, há uma variação enorme de custos de ativos. Por exemplo, um hectare de terra no Napa Valley pode custar cerca de US$ 650 mil. Em compensação, um hectare em certas regiões da Espanha podem custar tão pouco quanto 10 mil euros. Os custos dos ativos invariavelmente terão impacto no valor final do produto, portanto esta é uma das razões pelas quais o Cabernet de Napa varia substancialmente de preço em comparação com ao Vin de Pays - tido agora como "Indicação Geográfica Protegida", como a nova legislação determina. Outro exemplo de como o alto preço de ativos influencia no custo pode ser encontrado em Champagne, onde as casas tem que pagar mais de cinco euros por quilo de uva.

Há uma variedade de fatores que influenciam o preço das garrafas que ficam lado a lado nas prateleiras de uma loja. Atualmente, o fator que mais influencia é a simples lei da oferta e procura. A economia global continua frágil e os consumidores estão buscando cada vez vinhos que reflitam o real valor do dinheiro. No topo, as vendas de super-premium ainda estão flutuantes com investidores escavando pechinchas para com propósito de investimento. No extremidade inferior do mercado, apesar de sua natureza competitiva, as vendas estão fortes, pois a maioria dos consumidores está apertando seus cintos e comprando vinhos mais baratos. A parte do mercado que está realmente sofrendo no momento são os produtores vendendo vinhos de qualidade média. Isso representa uma oportunidade para os conhecedores que gostariam de apreciar uma garrafa de vinho Premium sem necessariamente gastar uma pequena fortuna, pois há sinais de que os preços estão caindo. Apesar de o sonho de chegar perto de uma garrafa de Château Lafite 1787 possa ainda estar distante, agora, mais do que nunca, é a hora para o verdadeiro enófilo ir à caça de pechinchas.


Fonte: Revista Adega

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Vinhos com Rótulos em 3D

Moda dos rótulos 3D chega aos poucos ao mundo do vinho

Empresas de rotulagem estão inovando e rótulos tridimensionais tendem a chamar a atenção do público

rótulo 3d borboleta

O mundo do 3D parece que não vai ficar só restrito ao cinema. Os produtores de vinho cada vez mais vão inovando e a moda dos rótulos tridimensionais aos poucos também vai aparecendo, apesar de a maioria ainda ser adepta do convencional 2D.

Um exemplo é um rótulo de uma garrafa da Côte du Rhône, na França, com borboletas pink e laranjas que voam para fora do rótulo, que foi desenhado pela empresa Autajon, que patenteou os rótulos 3D no ano passado.

Uma empresa rival, Aset Bidoit, também vem investindo nessa tendência, adicionando textura e profundidade ao desenhos, apesar de ainda não oferecer rótulos 3D. “Um rótulo completamente limpo não é mais fashion”, aponta a diretora de marketing da empresa, Christelle Dubois.

“Um rótulo assim pode diferenciar uma empresa”, avalia o diretor comercial da Autajon, Gilles Barrot. “Depois do preço, o rótulo é um importante mecanismo de compra, particularmente nos supermercados, onde 80% das compras de vinho são feitas pelas mulheres, que são mais influenciadas pela beleza dos rótulos”, complementa.


rótulo 3d

Fonte: Revista Adega

 

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Vinhos e Aromas

Muitos aromas podem ser encontrados nos vinhos brancos e tintos. 

Eles se originam da própria uva, na fermentação e no envelhecimento da bebida. 

Na taça, o desafio é identifica-los. 

A seguir, exemplos dos principais aromas e alguns dos vinhos em que eles são encontrados.

















Amêndoa: Chablis, jerez, Champanhes;

Abacaxi: Sauvignon Blanc, do novo mundo,Chardonnay sem madeira;

Ameixa: Nebbiolo, Malbec, Barbera, Merlot, Cabernet Sauvignon, etc;

Framboesa: Típico em vinhos novos, como Shiraz , Tempranillo, Merlot,
Cabernet Sauvignon e Malbec ;

Banana: Aroma típico da uva Gamay, como os Beaujolais;

Chocolate: Merlot, Grenache;

Hortelã: Em vinhos bem vinificados, com bom álcool e madeira, como Cabernet Sauvignon, 
Malbec, Merlot, Tannat, Syrah, etc.;

Aspargos: Sauvignon Blanc;

Melão: Albariño, Sauvignon Blanc, Pinot Blanc;

Pêssego: Sauvignon Blanc, Riesling, Viognier;

Maça Verde: Riesling, Chardonnay sem madeira, Chenin Blanc;

Manteiga: Chardonnay com madeira;

Cravo: Syrah, Grenache, Cabernet Sauvignon, Madeira, Mourvèdre;

Cereja: Pinot Noir, Sangiovese, Pinotage, Grenache;

Uva-passa: Vinhos de sobremesa em geral, como Sauternes,, Tokay, Amarone;

Cassis: Cabernet Sauvignon, Merlot, Sangiovese;

 Especiarias: Shiraz, Merlot, Cabernet Sauvignon, Torrontes e alguns Nebbiolo especiais

Figo seco: Vinhos doces em geral, Porto;

Coco: Chardonnay, Alfrocheiro, Grenache, Pinot Noir, do novo mundo

Morango: Sangiovese;

Pimentão: Cabernet Sauvignon, principalmente os chilenos;

Limão: Sauvignon Blanc, Riesling, Pinot Gris;

Castanha: Vinhos de sobremesa, bons Chardonnay da Borgonha, Porto.

Torrada: Champanhe safrado;

Pêra: Viognier, Sauvignon Blanc, Chardonnay;

Baunilha: Aroma de vinhos envelhecidos em Madeira, como Chardonnay, 
Malbec, Merlot, Cabernet Sauvignon, etc;

Damasco: Riesling

Nozes: Jerez, vinhos de sobremesa, botritizados;

Canela: Shiraz, Mouvèdre e Pinot Noir, do novo mundo;

Café: Cabernet Sauvignon, Merlot, Tempranillo e demais envelhecidos em madeira;

Azeitona: Albariño e alguns tintos espanhóis envelhecidos em madeira;

Maçã vermelha: Tempranillo




Fonte e texto: adega do vinho



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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

HARMONIZE VINHO E CHOCOLATE


Sabores e prazeres...

Que tal aprender a combinar o vinho certo com um bom chocolate e surpreender seus convidados na hora da sobremesa? O resultado no paladar é uma experiência refinada e sabores elegantes. Apesar de a harmonização de vinhos e chocolates ser uma das mais difíceis até mesmo para sommeliers experientes, separamos algumas dicas infalíveis.

 

 

Você sabe o que é harmonização?


Primeiro, é preciso entender que a harmonização consiste na escolha minuciosa do vinho (ou outra bebida) levando em consideração as características do alimento, como acidez, untuosidade (percentual de gordura) e doçura. O objetivo é “casar” os dois e evitar que um se sobreponha ao outro. Basicamente, existem dois tipos de harmonização: por similaridade (vinho doce com sobremesa) ou por contraposição (queijo com mofo azul, salgado, com vinhos doce).

Parece fácil, mas a dificuldade de combinar vinhos e chocolates ocorre devido ao fato de além de ser doce, ele possuir um alto percentual de gordura. A harmonização que sugerimos é a mais clássica: chocolates com mais de 60% de cacau (meio amargo), com vinhos fortificados (que possuem um percentual de álcool maior devido à adição de aguardente de uva). Nessa categoria, estão os vinhos do Porto, produzidos na região norte de Portugal, e os Jerez (ou Xerez), do sul da Espanha.

Além do teor elevado de álcool, o tempo que eles passam amadurecendo em barris de carvalho, faz com esses vinhos tenham aromas próximos aos de castanhas, nozes ou amêndoas, que vão combinar por similaridade com o chocolate. “Casar” aromas parecidos também é fundamental na harmonização.
 

Como degustar?


O ritual de saborear vinhos e chocolates, começa levando um pedaço à boca. Quando o chocolate derrete e começar a escorregar pela garganta, tomamos um gole de vinho, que finaliza e engrandece o deleite. A combinação do vinho certo com um chocolate de qualidade gera uma experiência única ao paladar.

Indico três vinhos para vc começar:

Vinho do Porto Don José


Vinho Espanhol Pata Negra Oro


Vinho Argentino Alfredo Roca Malbec

Fonte e texto: www.sofisticados.com.br

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Promoção de KIT JAMÓN - Presunto Espanhol Especial

Promoção Especial Especial de Jamón especial confira!!



Criado especialmente para presentear e degustar com familiares e amigos.
Os produtos do Grupo Josep Llorens chegam ao Brasil diretamente da ´Sierra de Girona´ depois de terem sido cuidadosamente selecionados por mãos especializadas e embalados a vácuo para garantir seu aroma e sabor único, resultado de um clima privilegiado.

Acompanha a pedra de mármore e a faça para corte!

http://www.deusdovinho.com/kit-jamon-espanhol.html


Confira em nosso site!


Preço Válido até o dia 09/12/2013 ou término do estoque!





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DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS - THANKSGIVING

Sei que não está diretamente ligado ao mundo do vinho, porém o vinho é considerado também um alimento... e vem da uva...

Hoje nos Estados Unidos é comemorado o DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS, que simboliza o agradecimento pela colheita farta, mas vale para tudo.. tudo que você conquistou. 

Então, que sejamos realmente gratos por tudo... de coração! 

Do alimento até a moradia, dos amigos até o trabalho... e não esqueçamos de agradecer a Deus por tudo! 

O Armazém Deus do Vinho deseja uma FELIZ DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS a todos os nossos clientes, seguidores e parceiros.

 

Um pouco da história!

 

Estados Unidos

Primeiros dias de Ação de Graças comemorado na quarta quinta-feira de novembro, em Nova Inglaterra eram festivais em agradecimento às boas colheitas por ano. Por esta razão , o Dia de Ação de Graças é comemorado no outono, após a colheita ter sido recolhida e é comemorado na última quinta-feira de novembro. O primeiro deles foi celebrado em Plymouth , Massachusetts, os colonos que fundaram a vila em 1.620,1 Depois de más colheitas e inverno rigoroso , os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621. Por ordem do governador da vila, em homenagem ao progresso desta safra em anos anteriores, a festa foi marcada no início do outono 1621. Homens de Plymouth mataram patos e perus. Outros alimentos que faziam parte do cardápio foram peixes e milho. Cerca de noventa índios também participaram do festival. Todos comeram ao ar livre em grandes mesas . No entanto , durante muitos anos , Dia de Ação de Graças não foi instituído como feriado nacional, sendo observado como tal em apenas certos estados, como Nova York, Massachusetts e Virgínia. Em 1863 , o então presidente dos EUA , Abraham Lincoln, declarou que a quarta quinta-feira de novembro seria o Dia Nacional de Ação de Graças. Mas em 1939 , o presidente Franklin Delano Roosevelt instituiu este dia será celebrado na terceira semana de novembro, a fim de ajudar o comércio , aumentando o tempo disponível para propagandas e compras antes do Natal (na época , era considerado inapropriado para produtos publicitários à venda antes do dia de Ação de Graças ) . Como a declaração de Roosevelt não era mandatória , 23 estados adotaram a medida instituída por Roosevelt e 22 não o fez, com o restante tomando ambas quintas-feiras (a terceira ea quarta semana de novembro ) como Dia de Ação de Graças. O Congresso dos EUA , para resolver esse impasse , então instituiu o Dia de Ação de Graças seria comemorado definitivamente na quinta-feira da quarta semana de novembro e que seria um feriado nacional. Tanto os Estados Unidos e no Canadá , Dia de Ação de Graças é geralmente um dia quando as pessoas usam seu tempo livre para estar com a família , fazendo grandes reuniões e jantares familiares. É também um dia em que muitas pessoas dedicam seu tempo para pensamentos religiosos , orações e missas . O Dia de Ação de Graças é comemorado com grandes desfiles e também nos Estados Unidos , com a realização dos jogos de futebol. O prato principal do Dia de Ação de Graças geralmente é peru, o que dá ao Dia de Ação de Graças o apelido de " Dia do Peru " . Além disso, os cookies também são muito tradicionais nessa data.

 

 

O Dia de Ação de Graças em outros países

Brasil

No Brasil, o presidente Gaspar Dutra instituiu o Dia Nacional de Ação de Graças, através da lei 787, de 27 de agosto de 1947, por sugestão do embaixador Joaquim Nabuco, entusiasmado com as comemorações que vira em 1909, na Catedral de São Patrício, quando embaixador em Washington. Em 1966, a lei 5110 estabeleceu que a comemoração de Ação de Graças se daria na quarta quinta-feira de novembro.1 Esta data é lembrada por muitas famílias de origem americana, por algumas denominações Cristãs Protestantes, como a Igreja Luterana IELB (de origem americana), a Igreja Presbiteriana, a Igreja Batista, a Igreja Metodista, universidades confessionais metodistas2 e cursos de inglês. Também celebram igrejas evangélicas como a Igreja do Evangelho Quadrangular e algumas das Assembleias de Deus.

Fonte: Wikipédia


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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

5 Dicas pra escolher um Vinho

Como Escolher um Vinho!


Você entra na loja para comprar um vinho... até aí normal, se não fosse aquelas belas e lindas prateleiras com Vinhos de tudo quando é tipo e lugar...e aí você para olha e... QUAL QUE EU COMPRO???

No mundo são mais de 200 mil rótulos... é normal ficar não dúvida... e cada um é de um jeito!!

Então o segredo é respeitar a individualidade e para isso seguem abaixo 5 dicas que podem fazer diferença na hora de escolher.


Dicas:


1 – Aproveite as sugestões dos sommeliers. Conte para eles os vinhos que lhe agradaram, eles lhe indicarão outros no mesmo estilo;

2 – Experimente, corra riscos. Anote os
vinhos que bebeu (tire foto) e os porquês de gostar ou não, com suas palavras (azedo, áspero, enjoativo, ralo, esquisito). Tudo isso ajuda a escolher o próximo.

3 – Informe-se. Anote de que país / região / uva é o
vinho que você gostou ou não, isso ajudará muito em seu caminho de descoberta.

4 – Depois que descobrir um vinho ótimo, não pare, o céu é o limite.

5 - Não se esqueça: o melhor vinho para alguém pode não ser bom para você. Encontre o seu!

 

Fonte: Carlos Arruda da Academia do Vinho


ARMAZÉM DEUS DO VINHO
TEL.: 11-2017-5317
EMAIL: VINHOS@DEUSDOVINHO.COM



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Vinho Ajuda Contra o Câncer de Mama

Vinho Tinto melhora tratamento contra o Câncer de Mama



O Polifenol Resveratrol intensifica o poder de ação dos medicamentos usados


Reforço no tratamento:

Polifenol presente no Vinho Tinto aumenta adesão às drogas usadas contra o câncer de mama (George Doyle/Thinkstock)

O Vinho Tinto se mostrou mais uma vez um aliado da saúde das mulheres. Uma pesquisa recente constatou que a ingestão do equivalente a uma taça da bebida por dia pode intensificar o tratamento contra o câncer de mama, aumentando as chances de sucesso.

Segundo a equipe do Cleveland Clinic's Lerner Research Institute (EUA), o Resveratrol - polifenol antioxidante presente na uva e, portanto, no vinho - aumenta o poder de ação das drogas usadas no combate à doença. 

Testes de laboratório descobriram que a substância evita que as células cancerígenas se tornem resistentes ao remédio rapamicina, o que ocorre normalmente e pode levar a recaídas.

O Resveratrol, no entanto, consegue interferir nesse processo de resistência aos medicamentos usados no tratamento, evitando que a Rapamicina perca seu efeito, segundo o estudo publicado no periódico Cancer Letters. O Polifenol, presente também na framboesa e amendoim, é importante no combate aos fungos e às bactérias infecciosas desses alimentos.
 
Proteção – Os cientistas já exploravam o potencial do Resveratrol para reduzir os riscos de doenças cardíacas, Alzheimer e para retardar o envelhecimento do corpo

Pesquisas anteriores apontavam que uma taça de vinho ao dia é suficiente também para proteger o organismo contra o câncer de mama, uma vez que a substância bloqueia a interação entre estrogênio e o DNA da mulher.



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terça-feira, 10 de setembro de 2013

VINHO E CHOCOLATE

 VINHO E CHOCOLATE FAZEM BEM PARA MENTE DIZ PESQUISA!

Cientistas da Northumbria University constataram que a combinação entre chocolate e vinho tinto faz bem para a mente. 

Segundo os pesquisadores, por serem ricos em polifenóis, a combinação dos dois alimentos ajuda a dilatar as veias, facilitando o suplemento de sangue ao cérebro, como divulgado no jornal britânico Daily Mail nesta sexta-feira (6).

De acordo com os pesquisadores, o aumento do fluxo sanguíneo no cérebro leva açucares e oxigênio ao órgão, tornando mais fácil e rápida a realização de cálculos complexos. Emma Wightman, líder da pesquisa, destacou que os efeitos são melhores percebidos em pessoas mais velhas, cujo fluxo sanguíneo cerebral tende a diminuir naturalmente.

Durante a pesquisa, voluntários tomaram cápsulas de resveratrol, um ingrediente "maravilhoso" do vinho tinto e tiveram seus cérebros escaneados. "Estudos mostram que o resveratrol só traz benefícios e não tem contraindicações, podendo ser ingerido em forma de suplementos", contou Emma ao jornal britânico. 

Crystal Haskell, supervisora da pesquisa, realizou testes com voluntários, substituindo o resveratrol pelos polifenóis do chocolate, e constatou que o doce é capaz de retardar o cansaço cerebral após exercícios matemáticos intensos. Assim, a combinação de vinho tinto e chocolate se torna ainda mais efetiva para a saúde mental.





segunda-feira, 26 de agosto de 2013

VINHO EMAGRECE

SEGUNDO ESTUDO REALIZADO EM HARVARD, VINHO PODE EMAGRECER.

Pesquisa inédita de Harvard mostra que consumo de vinho pode combater efeitos relacionados à obesidade. 

Que o vinho é bebida dos deuses não é novidade para ninguém. Entre pagãos ou cristãos, ele sempre teve lugar de honra nos banquetes, e uma série de descobertas científicas vêm indicando que o consumo da bebida pode trazer longevidade para os mortais. “Desde os primórdios da civilização, o vinho ocupa um destaque tanto social quanto científico”, afirma o cardiologista e enófilo Paulo Vianna.

A mais recente descoberta da Escola de Medicina de Harvard e do Instituto Americano de Envelhecimento mostra que a bebida também pode combater efeitos maléficos relacionados à obesidade. Embora cauteloso em relação ao efeitos em seres humanos, o cientista David Sinclair – que comanda uma equipe de pesquisadores da instituição –, em entrevista ao Bem Viver, falou dos resultados positivos da ingestão da bebida por cobaias. O próximo passo deverá ser a observação em seres humanos. “Se comprovados, esses benefícios serão um achado espetacular”, afirma Paulo Vianna, que alerta que diabéticos não podem ingerir a bebida alcoólica antes de se alimentarem.

A equipe de cientistas de Harvard demonstrou que a substância previne os efeitos maléficos em ratos cuja dieta é rica em calorias. Indicadores fisiológicos – como o nível de sensibilidade à insulina – ficaram semelhantes ao grupo com uma dieta menos calórica. Um dos principais responsáveis é o resveratrol, substância que pode ser encontrada na casca da semente de uvas e no vinho tinto. “O resveratrol e moléculas com propriedades similares podem ser valiosas ferramentas na pesquisa de reguladores no balanço de energia, saúde e longevidade”, comenta o pesquisador, que teve o trabalho publicado na revista científica Nature. Os estudos estão em andamento e David Sinclair lembra que para chegar a esses resultados as cobaias ingeriram doses superconcentradas. “O estudo mostra que uma pequena molécula disponível oralmente em doses ministradas em humanos pode seguramente reduzir muitas das conseqüências negativas do consumo de calorias em excesso, com melhoria considerável na saúde”, conclui.

O Paradoxo Francês, um dos primeiros estudos que apontam os benefícios do vinho, foi feito pelo professor da Universidade de Bordeaux Serger Renaud, na década de 1960. Foi observado que franceses, embora tivessem uma dieta rica em queijos, gorduras e foie gras (patê de fígado de ganso), não apresentavam problemas cardíacos em função do consumo freqüente de vinhos. Isso porque, na composição da bebida, encontram-se, além de água, álcool e ácidos orgânicos provenientes da fermentação do suco de uvas. Também é um alimento composto por açúcares (glicose e frutose), vitaminas A, B e C, além de sais minerais.

Com base nessa rica composição, muitos especialistas indicam o consumo moderado da bebida – cerca de duas taças por dia – para prevenção de problemas cardíacos. Em um estudo cujos resultados foram divulgados em 2003, David Sinclair e equipe pesquisam os efeitos positivos do resveratrol no processo de retardamento do envelhecimento das células, redução dos riscos de câncer, de problemas no coração e outras doenças relacionadas à idade. Pode agir também em proteínas, entre elas a chamada p53, que interferem no processo natural de morte das células – descoberta importante para tratamentos de combate aos focos cancerígenos, de acordo com informações do pesquisador.

publicado tb no site da Roberg bem estar e saúde

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